SEMASA esclarece erro no Portal da Transparência e corrige valores de remunerações divulgados

Após a divulgação de dados sobre as remunerações de cargos comissionados do Serviço Municipal de Água, Saneamento Básico e Infraestrutura (SEMASA), a autarquia informou que houve uma inconsistência na publicação das informações referentes à folha de pagamento do mês de maio no Portal da Transparência de Itajaí.

Segundo nota encaminhada pela Assessoria de Comunicação do órgão, foi identificado que os valores referentes ao Programa de Produtividade do SEMASA (PPS) foram apresentados em duplicidade durante a transmissão dos dados para o Portal da Transparência. A falha resultou na exibição de remunerações superiores às efetivamente pagas aos servidores.

O SEMASA ressalta que não houve qualquer pagamento em duplicidade nem erro na folha de pagamento processada pela autarquia. De acordo com o órgão, a inconsistência ocorreu exclusivamente na publicação das informações disponibilizadas para consulta pública. A situação já foi comunicada à equipe responsável pelo sistema, e a correção foi solicitada para que os valores divulgados reflitam fielmente os pagamentos realizados.

Com a atualização dos dados, os valores anteriormente divulgados sofreram redução significativa. O Diretor-Geral do SEMASA, por exemplo, passou de R$ 106.161,18 para R$ 77.517,47 em proventos. O Gerente de Manutenções teve o valor ajustado de R$ 86.112,72 para R$ 74.145,19. Já o Diretor Administrativo e Financeiro passou de R$ 64.641,14 para R$ 45.900,78, enquanto o Diretor de Relacionamento com o Cliente teve os proventos corrigidos de R$ 58.677,96 para R$ 40.420,36.

A correção também impactou outros cargos. A Gerente de Assistência Social, que anteriormente aparecia com R$ 40.219,96 em proventos, passou a constar com R$ 27.653,31. O Assessor Jurídico teve o valor corrigido de R$ 54.132,34 para R$ 37.264,55.

O SEMASA reforça, entretanto, que os valores atualmente publicados correspondem aos montantes efetivamente pagos e que a divergência identificada decorreu exclusivamente de uma falha de exibição no Portal da Transparência.

Essa versão deixa claro que a reportagem anterior se baseava em dados públicos disponíveis à época, mas que posteriormente houve um esclarecimento oficial e correção dos valores divulgados.

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