A resposta que uma mãe de Itajaí recebeu ao buscar tratamento para o filho de 5 anos foi desanimadora: o atendimento especializado pelo Sistema Único de Saúde poderia levar cerca de quatro anos. Diante da espera considerada incompatível com as necessidades da criança, diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA) grau 2, ela decidiu recorrer à Justiça. Nesta semana, conseguiu uma liminar que obriga o Município a oferecer, em até 30 dias, as terapias prescritas pelos médicos. A decisão foi proferida pela Vara da Infância e Juventude da Comarca de Itajaí e reconhece que a demora compromete o desenvolvimento da...











